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Caso de Uso — Triagem de Processos Judiciais em Lote

Cenário

Um órgão jurídico recebe milhares de processos por mês e precisa classificar cada um (conforme, anomalia, anomalia crítica) segundo regras derivadas de legislação e jurisprudência. A análise manual não escala e diverge entre analistas.

Fluxo na plataforma

  1. Preparar o contexto legal. O administrador cria o contexto do domínio (ex: CPC) e ingere a legislação de referência por URL — veja Ingestão de Legislação por URL. A plataforma estrutura artigos e dispositivos no grafo de conhecimento.
  2. Ingerir os processos. Os autos (PDFs, inclusive digitalizados) sobem pela tela de upload — veja Upload e Ingestão. A ingestão extrai texto, roda NER para partes/classe/pedidos e indexa os chunks para busca semântica.
  3. Gerar regras de triagem. A partir do contexto legal, o time gera regras candidatas com apoio do LLM e as revisa — veja Geração de Regras de Triagem. Cada regra referencia dispositivos legais; as referências são validadas automaticamente — veja Validação de Referências.
  4. Executar a triagem em lote. Com regras publicadas, a triagem processa os lotes em segundo plano e classifica cada processo — veja Triagem em Lote. O andamento fica na central de Execuções em Segundo Plano.
  5. Auditar e recorrer. Cada classificação abre o detalhe de auditoria com as evidências recuperadas — veja Detalhe da Auditoria. Para anomalias, o time gera um recurso fundamentado com as citações corretas — veja Recurso Fundamentado.
  6. Automatizar o ciclo. O fluxo completo (chegada do processo → triagem → revisão humana → recurso) pode ser modelado como processo executável no Motor BPM, com prazos e responsáveis.

Resultado

  • Classificação consistente e auditável: toda decisão carrega as regras e as evidências que a sustentaram.
  • O time humano revisa exceções em vez de ler tudo: os casos conformes seguem fluxo automático.
  • Novas teses viram novas regras versionadas — o conhecimento fica na plataforma, não na cabeça de um analista.